terça-feira, 27/10/2026

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Servidora é demitida após publicar mensagem ofensiva em redes sociais em RO; ela alega que conta foi hackeada.

A cidade de Pimenta Bueno, em Rondônia, se viu no centro de uma polêmica envolvendo uma servidora comissionada, Larissa Prado Silva, que foi exonerada na última segunda-feira (26) após um post controverso em suas…

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A cidade de Pimenta Bueno, em Rondônia, se viu no centro de uma polêmica envolvendo uma servidora comissionada, Larissa Prado Silva, que foi exonerada na última segunda-feira (26) após um post controverso em suas redes sociais. Na publicação, Larissa desejou que familiares de apoiadores do presidente Lula (PT) fossem “estuprados como comemoração”, gerando indignação e repercussão negativa na comunidade.

A exoneração foi confirmada pela Prefeitura, que destacou que essa decisão estava diretamente ligada não apenas ao post, mas também a áudios enviados pela conta de Larissa, nos quais ela faz críticas contundentes a membros do Partido dos Trabalhadores. A administração municipal afirmou que os conteúdos tornaram difícil acreditar na alegação de que a conta da servidora havia sido hackeada, o que levou à sua demissão até que ela consiga comprovar sua inocência.

Em resposta à situação, a defesa de Larissa enfatizou que ela jamais teria feito uma publicação dessa natureza e alega que a conta foi invadida por terceiros. A advogada explicou que Larissa tentou recuperar o perfil, mas o invasor acabou excluindo-o. A defesa ainda expressou pesar pela repercussão do caso e pediu desculpas à população de Pimenta Bueno, em especial à Prefeitura, caso a servidora tenha contribuído indiretamente para a divulgação das mensagens.

A Prefeitura de Pimenta Bueno, por sua vez, não hesitou em condenar as declarações, ressaltando que não aceita qualquer tipo de manifestação que minimize a gravidade da violência sexual, independentemente do contexto político. A administração também se comprometeu a zelar pela integridade e respeito nas interações da equipe pública com a comunidade.

Até o fechamento desta matéria, a Polícia Civil e o Ministério Público de Rondônia não haviam se pronunciado sobre a possibilidade de investigações relacionadas ao caso, deixando a sociedade local atenta a novos desdobramentos dessa situação polêmica.